2° Etapa – Mondevidéu


Acordamos cedo nesta quarta-feira, 27 de novembro de 2013, buscamos a farofada para preparar nosso café(pois nem isso o beleza do hotel nos dava), enquanto a Polaca arrumava as coisas, atravessei a avenida e passei para o Chuy(lado uruguaio) para cambiar uns pesos uruguaios e achar alguns assessório que faltavam da “la poderosa”. Passamos ao lado uruguaio e chegamos a aduana, enquanto aguardávamos o egresso, reencontramos uma grupo de motoqueiros selvagens que estávamos vendo na estrada desde Curitiba, como estou barbudo me achei com moral e fui me enturmar, eles estavam indo a Punta Arenas, mais já foram ao Ushuaia e nos deram varias dicas, eles manjavam, menos um, que ao invés do passaporte trouxe apenas a carteira de motorista e achou que estava abafando, ficou sendo um motoqueiro selvagem no Chui mesmo.

A medida que avançávamos em território uruguaio, a má impressão da fronteira era revertida para uma tranqüila pampa, ótimas estradas adentrando em um plano que se aperfeiçoa a forma que nos aproximamos da foz de “la plata”, pequeno, porem soberano,  a republica oriental Del Uruguai parecia aquém de nossa passagem, após um breve almoço, começamos avistar ao longe alguns edifícios, os mesmo intercalados com aparições ao fundo de “La Plata”. Era a majestosa Montevidéu.

Moderna, arborizada e européia,  seus habitantes como franceses mais austrais e constrangedoramente atenciosos e simpáticos. Fizemos o check-in no hotel, e saímos para aproveitar o fim de tarde na cidade, jantamos e descansamos cedo para cedo acordar e conhecer melhor a cidade.

 

Depois de um belo e merecido café da manha, fomos direto a direção do porto, passando pela faraônica Plaza Independência e também a Plaza matriz observada ao fundo pela porta de “La Ciudadela”  guardando e ao mesmo tempo nos convidando a entrar na “Cidad Vieja”. Após uma tradicional “Parrilhada” no Mercado Del Puerto, subimos a conhecer o Estádio Centenário, palco do primeiro mundial vencido pela própria Celeste.  Fomos para o hotel compreendendo um pouco da charmosa capital, que não possui nenhum ponto turístico mundialmente famoso, mais nos deixou a certeza de uma cidade plenamente harmonizada, contextual e que vale muito a pena conhecer...